Respeito, etiqueta e bom senso digital

Respeito, etiqueta e bom senso digital: nós precisamos falar sobre isso!

A era digital já começou há muito tempo e o planeta todo é a nossa casa, ou melhor, a nossa tela: do computador, do tablet ou do smartphone.

Se tudo e todos estão tão perto de nós e podemos nos comunicar em tempo real, por áudio e vídeo com várias pessoas no mundo inteiro, algumas regras de convivência, de etiqueta e de bom senso, parecem não ter acompanhado a todos nessa virada.

Online ou não, algumas regras simples como

  • saudar a pessoa com quem queremos falar (bom dia, boa tarde, oi, olá),
  • escrever frases completas e usar referências para facilitar o entendimento (oi Fulano eu sou a Beltrana, do curso X e tenho uma pergunta sobre o assunto Y)
  • se despedir e agradecer a atenção dispensada pelo interlocutor

não mudam. O “com licença / por favor/ obrigada/o” nosso de cada dia não deixam de existir por nós estamos online, enviando um e-mail ou uma mensagem instantânea.

Isso tudo se torna ainda mais grave, quando nossas relações nas redes sociais são, também, profissionais.

No artigo Isso não é Marketing Digital eu abordo algumas gafes cometidas com frequência por quem está começando a divulgar seus produtos e serviços na internet. Muitas delas, se tornaram práticas horrendas de pessoas desesperadas por atenção alheia.

Algumas são somente fruto do despreparo e é exatamente para preparar você, leitor/a, aluno/a interessado/a em fazer o seu marketing da melhor maneira possível que eu estou preparando mais esse conteúdo, ok?

Aqui nesse vídeo, eu abordo algumas regras básicas de etiqueta na internet e se você tiver alguns minutos, eu vou adorar saber a sua opinião sobre o assunto:

Netiqueta: regras básicas de etiqueta na internet

Toda regra de etiqueta é fruto do bom senso comum e uma procura por estabelecer limites e facilitar a convivência humana. Nesse sentido, o velho ditado popular:

Não faça com os outros, o que você não quer que façam com você

cai como uma luva quando falamos sobre respeito, etiqueta e bom sendo digital.

Não faça com os outros, o que você não quer que façam com você

Acho que esse é o meu ditado preferido, ele é antigo (bem mais antigo do que eu – risos) e perfeito também hoje: na era digital e na pandemia, para professores, empreendedores, marketeiros e aspirantes:

Você gosta de receber e-mails e mensagens privadas de propaganda de pessoas, produtos e eventos que não interessam pois não têm a menor relação com você?

Se a resposta for não, PARE de enviar mensagens privadas para todas as pessoas sem nem olhar quem é e se perguntar de vai interessar a ela!

Você gostaria se ver seus livros, seus cursos, seus materiais e seu conteúdo plagiado, imitado, pirateado e distribuído sem que você receba a remuneração adequada pelo trabalho desenvolvido?

Se a resposta for não, então, não distribua pdf de livros escaneados, não baixe vídeos e use-os em seus cursos, não se aproprie do conteúdo de outras pessoas sem dar os créditos, não divida o seu login e senha de plataformas EaD com seus familiares e amigos, não passe aulas de um curso online que não é seu, na sua sala de aula!

Você cria cursos com diferentes temas para que sejam mais específicos, para facilitar o aprendizado do aluno e claro, ter diferentes fontes de renda? (ou simplesmente porque você não quer vender o seu preciosíssimo conteúdo a “preço de banana”?)

Se a resposta for sim, lembre-se de que você tem direito a receber respostas claras e precisas em relação ao tema e ao conteúdo do curso no qual você se matriculou e não sobre toda a competência do outro!

Você acha que pode prestar consultoria na sua área de atuação por menos de 50 Reais?

Se a resposta for “tá loca”? Então pare de se matricular em cursos na Udemy (ou em qualquer outro lugar!) por menos de 50 Reais e querer consultoria, mentoria, atendimento por chat, áudio no direct, WhatsApp e todo o resto! E ainda pior: pare de querer isso tudo mesmo antes de se matricular!!

Você acha que pode ensinar o que você sabe e fazer até a assistência técnica de plataformas e ferramentas digitais que não são suas e onde você não trabalha, de graça?

Se a resposta for não, então pare de querer que as pessoas façam isso para você! Qualquer empresa séria tem o seu próprio serviço de atendimento e quanto mais moderno e digital, mais respostas e conteúdo pronto você encontrará no site da empresa!

Uma empresa/site/ferramenta que não tem uma página de perguntas frequentes (FAQ) nem um formulário de contato, não vale nem a pena conhecer mais.

Tudo tem limites:

Existe uma diferença enorme em criar conteúdo e distribuir gratuitamente, em escutar, ajudar e ser prestativa/o e se deixar sugar pelos outros.

Essa diferença precisa estar clara para os dois lados: para quem ensina e para quem aprende (e para os dois nas diferentes posições, ok?)

Saber impor seus limites é uma arte! Respeitar o limite dos outros, uma urgência!

Se você aprende e/ou ensina online, leia também esse artigo:

pois eu tenho certeza de que ele vai ajudar você a impor e a respeitar limites.

Vamos nos respeitar?

Não faça com os outros o que você não quer que façam com você!

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Acho que esse é o meu ditado preferido, ele é antigo (bem mais antigo do que eu 😯🙃🤪) e perfeito também hoje: na era digital e na pandemia, para professores, empreendedores, marketeiros e aspirantes: – você gosta de receber e-mails e mensagens privadas de propaganda de pessoas, produtos e eventos que não interessam pois não têm a menor relação com você? Se a resposta for não, PARE de enviar mensagens privadas para todas as pessoas sem nem olhar quem é e se perguntar de vai interessar a ela! – você gostaria se ver seus livros, seus cursos, seus materiais e seu conteúdo plagiado, imitado, pirateado e distribuído sem que você receba a remuneração adequada pelo trabalho desenvolvido? Se a resposta for não, então, não distribua pdf de livros escaneados, não baixe vídeos e use-os em seus cursos, não se aproprie do conteúdo de outras pessoas sem dar os créditos, não divida o seu login e senha de plataformas EaD com seus familiares e amigos, não passe aulas de um curso online que não é seu, na sua sala de aula! – você cria cursos com diferentes temas para que sejam mais específicos, para facilitar o aprendizado do aluno e claro, ter diferentes fontes de renda? (ou simplesmente porque você não quer vender o seu preciosíssimo conteúdo a “preço de banana”?) Se a resposta for sim, lembre-se de que você tem direito a receber respostas claras e precisas em relação ao tema e ao conteúdo do curso no qual você se matriculou e não sobre toda a competência do outro! – você acha que pode prestar consultoria na sua área de atuação por menos de 50 Reais? Se a resposta for “tá loca”? Então pare de se matricular em cursos na Udemy (ou em qualquer outro lugar!) por menos de 50 Reais e querer consultoria, mentoria, atendimento por chat, áudio no direct, whatsapp e todo o resto! E ainda pior: pare de querer isso tudo mesmo antes de se matricular!! – você acha que pode ensinar o que você sabe e fazer até a assistência técnica de plataformas e ferramentas digitais que não são suas e onde você não trabalha, de graça? Se a resposta for não, então pare de querer que as pessoas façam isso para você! (Continua nos comentários, ok?)

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E claro, comente aqui se você tem limites se consegue ou tem dificuldade de impor seus limites, ok? Assim nós podemos nos respeitar e nos ajudar!

Quer aprender a empreender ensinando online?

É por aqui: Empreendedorismo Digital sem Mistérios

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